AccueilII conferência internacional de cinema de Viana

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Publié le mardi 08 janvier 2013 par Marie Pellen

Résumé

A Conferência, organizada pela Ao Norte – Associação de Produção e Animação Audiovisual, pelo  Centro de Migrações e Relações Interculturais (CEMRI) – Laboratório de Antropologia Visual, da Universidade Aberta (UAb), e pela Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (ESE – IPVC), ocorre no âmbito dos XIII Encontros de Cinema de Viana. O evento é um espaço de reflexão e de partilha de experiências visando a construção de uma comunidade internacional de interesses e de divulgação de projetos relacionados com quatro temáticas centrais do cinema – Cinema e escola, Cinema e ciência, Documentário contemporâneo e Cinema: novas narrativas e novas tecnologias.

Annonce

Apresentação

Realiza-se, no dia 3 de maio de 2013, na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, a 2.ª Conferência Internacional de Cinema de Viana. Até 04 de janeiro de 2013, a organização aceita resumos de comunicações e notas biográficas, que devem ser enviados para ao-norte@nortenet.pt.

A Conferência, organizada pela Ao Norte – Associação de Produção e Animação Audiovisual, pelo  Centro de Migrações e Relações Interculturais (CEMRI) – Laboratório de Antropologia Visual, da Universidade Aberta (UAb), e pela Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (ESE – IPVC), ocorre no âmbito dos XIII Encontros de Cinema de Viana.

O evento é um espaço de reflexão e de partilha de experiências visando a construção de uma comunidade internacional de interesses e de divulgação de projetos relacionados com quatro temáticas centrais do cinema – Cinema e escola, Cinema e ciência, Documentário contemporâneo e Cinema: novas narrativas e novas tecnologias.

Inscrições

As inscrições devem ser feitas até 5 de abril através do preenchimento e envio do formulário de inscrição juntamente com o pagamento.

O preço da inscrição é de 50 euros para o público em geral (inclui almoço para os oradores) e de 25 euros (30 euros com almoço) para estudantes. Para os alunos das entidades organizadoras e para os sócios da AO NORTE a inscrição é gratuita (mas tem de ser formalizada).

Os estudantes devem anexar uma fotocópia do cartão de estudante ou uma declaração do estabelecimento de ensino que frequentam.

No preço da inscrição está incluída a documentação da Conferência e o certificado de presença.

Organização

  • Associação AO NORTE, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
  • CEMRI – Laboratório de Antropologia Visual da Universidade Aberta.

Comissão Organizadora

AO NORTE

  • Carlos Eduardo Viana
  • Rui Ramos

CEMRI-LAV da Universidade Aberta

  • José da Silva Ribeiro
  • Casimiro Pinto

ESE-IPVC

  • Carlos Almeida
  • Teresa Gonçalves
  • Coordenação Geral
  • José da Silva Ribeiro
  • Carlos Eduardo Viana

Objetivos

Conferência Internacional de Cinema de Viana é um espaço de reflexão e de partilha de experiências visando a construção de uma comunidade internacional de interesses e de divulgação de projetos relacionados com quatro temáticas centrais do cinema – Cinema e escola, Cinema e ciência, Documentário contemporâneo e Cinema: novas narrativas e novas tecnologias. Procura-se assim:

Promover o confronto de olhares entre estudos e experiências vividas em projetos que envolvam o cinema e as suas múltiplas formas de manifestação.

Apreender o complexo processo de mudança na linguagem do cinema, nas ntecnologias, na economia, nos objetos que aborda, nas histórias que conta, nos vários géneros que apresenta.

Problematizar o tema da interculturalidade a partir do estudo e análise de obras cinematográficas.

Refletir sobre as possibilidades educativas do cinema na escola a partir da sua apropriação / fruição, análise e produção em contextos de formação ou de animação (social, cultural e artística).

Temas

Cinema na escola

Nesta temática abordaremos duas questões que se nos afiguram complementares: a representação da escola no cinema e as práticas de cinema na escola. Na primeira apelamos a reflexão sobre como o cinema representa a escola, os professores, os alunos, as hierarquias, processos de ensino de formas muito diversificadas. Pretendemos trazer para a discussão o modo como a escola é representada no cinema. A escola e seus atores. A escola como um lugar de conflito, de poder, de resistência, de conhecimento. A escola como um lugar de construção e negociação de identidades. Como um lugar de produção de (des)igualdades sociais, culturais. Uma instituição de transição da vida familiar para o mundo. Na segunda pretende-se refletir sobre as múltiplas práticas de cinema desenvolvidas na escola – o visionamento e análise de filmes, os clubes de cinema, a utilização das tecnologias na produção de documentos audiovisuais, a escrita dos filmes ou acerca dos filmes. O cinema em todos os seus estados entra na escola e transforma-a. Pretendemos debater e partilhar as práticas de cinema desenvolvidas na escola do jardim de infância à universidade, da prática lúdica à observação científica, da observação à criação de imaginários. Cinema enquanto instrumento e objeto de conhecimento, meio de comunicação e meio de expressão de pensamentos, arte e sentimentos?

  • Maria do Céu Marques, CEMRI – Laboratório de Antropologia Visual, Universidade Aberta
  • Cláudia Mogadouro, Educomunicação, Núcleo de Comunicação e Educação (NCE-USP), ECA-USP
  • Deise Juliana Francisco, UFAL - Universidade Federal de Alagoas
  • Maria Adelaide Paredes da Silva, Centro de Formação de Escolas do Concelho de Almada – AlmadaForma
  • Cristina Susigan, CEMRI – Laboratório de Antropologia Visual, Universidade Aberta
  • Fernanda Aguiar Martins, UFRB – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Cinema científico

Jean Painlevé considerado um dos fundadores do cinema científico afirmava que este se tornará "uma das actividades mais importantes do cinema e exigirá cada vez mais especialistas. É preciso apercebermo-nos disso doravante e iniciar a sua formação em cada país". A divulgação da ciência, o cinema espectáculo e a ficção são formas inseparáveis de um mesmo processo. O cinema científico nasceu da investigação para poder estudar os processos dinâmicos, que decorrem e escapam às nossas limitações de percepção do espaço e do tempo. Consolidou-se como a melhor forma de comunicação dos conhecimentos científicos. Popularizou-se e mantém-se extraordinariamente vivo como indústria, espectáculo, arte e meio para transmitir ideias, sensações e sentimentos sem, no entanto, deixar de continuamente actualizar todas estas fases do seu crescimento e formação. Ou será que o filme científico encerra este paradoxo ou mesmo esquizofrenia inerente ao cinema desde os seus primórdios? As suas origens sociais encontram-se como refere Robert Stam "tanto na "alta" cultura da ciência e da literatura como na cultura "baixa" das barracas de feira e das primeiras salas de projecção" entre o laboratório, o terreno e o grande público, entre a ciência e o entretenimento, entre a complexidade e a simplificação e o consequente mito do universalmente compreensível. Pretende-se questionar o cinema científico em as suas formas de relação entre cinema e ciência – como instrumentação científica, epistemologia, ética, política e comunicação da ciência, como ficção científica e prestar particular atenção ao filme etnográfico e antropológico no contexto do filme científico.

  • José da Silva Ribeiro, CEMRI – Laboratório de Antropologia Visual, Universidade Aberta
  • Sérgio Bairon, ECA / USP – Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo
  • Bienvenido León, Universidad de Navarra
  • Fouad Nejmeddine, Instituto Piaget
  • Sílvia Aguiar Carneiro Martins, AVAL - Laboratório Antropologia Visual em Alagoas, Universidade de Alagoas
  • António João Saraiva, CEMRI – Laboratório de Antropologia Visual, Universidade Aberta

Documentário contemporâneo

Que tendências marcam o documentário contemporâneo? A partir desta questão principal, pretendemos dar conta da produção atual de documentários. Os temas dos atuais documentários são os da atual realidade social e económica? Que papel pode/deve o documentário desempenhar hoje? E que inovações estéticas estão hoje presentes no documentário contemporâneo? Por seu lado, a revolução tecnológica, a distribuição digital e o uso crescente da Internet com novas plataformas têm influenciado e aberto novos caminhos ao documentário. Atualmente, webdocumentário é a designação usada para nos referimos a documentários realizados e apenas acedidos na internet. Mas, está ainda em discussão as características desta nova designação. Que novas formas narrativas interrogam o quotidiano? Que convenções e fronteiras têm sido ultrapassadas? Esta temática quer propor um espaço de diálogo sobre algumas das questões que atravessam o documentário contemporâneo.

  • Margarita Ledo Andión, Universidade de Santiago de Compostela
  • Jorge Campos, ESMAE, Instituto Politécnico do Porto
  • Manuela Penafria, Universidade da Beira Interior
  • Pedro Sena Nunes, ETIC e ESMAE, Instituto Politécnico do Porto

Cinema: novas narrativas e novas tecnologias

As formas da experiência estética e de produzir representações do cinema diferem hoje dos modelos de ontem. Mas tudo acontece sob a impressão de que nos acercamos de um amanhã ainda mais, radicalmente, diferente. Tudo mudou e tudo mudará sempre: processos narrativos, mediações tecnológicas, sistemas de produção, modelo de negócio, etc. E o que persiste? Contar e ouvir contar histórias! Explorar e experimentar diferentes configurações do mundo, porventura de forma menos distanciada da experiência quotidiana! Afiliar o "eu" singular à produção material e imaterial da "inteligência coletiva"! Mas não será esta mudança "um quase nada", o lado visível por procurarmos no espaço resplandecente de luz aquilo que porventura se terá perdido nos recônditos ermos deixados na sombra? Em qualquer caso, sabemo-lo todos, a ideia de longa duração persiste em jogar, teimosamente, em todos os lados do tabuleiro das continuidades e das rupturas nas memórias e no imaginário do homem,

confundindo a herança com a progenitura, a mudança com a permanência. Mas como se produz isso tudo, concretamente, observadamente? Retomemos, então, a questão lançada em edição anterior: Que mudanças no modo de fazer os filmes (com todos os entendimentos que lhe acrescentam as possibilidades digitais e interativas aplicadas a narrativas e a filmes), de ver os filmes (com os acrescentos possíveis de serem agora multiplataforma, móveis portanto) ou de criar ou recriar os imaginários (entendidos como conteúdos multimédia e hipermedia transgénero, de jogos que se fazem filmes e filmes que se fazem jogos)? E acrescentemos estas duas preocupações: o que permanece da linguagem cinematográfica e como se metamorfoseia esta em outros media?"

  • Nelson Zagalo, Instituto de Ciências Sociais, Universidade do Minho.
  • María Yáñez Anllo, Universidade de Santiago de Compostela
  • Arlete dos Santos Pettry, ECA / USP – Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo
  • Casimiro Pinto, CEMRI – Laboratório de Antropologia Visual, Universidade Aberta

Comissão científica

  • Ana Isabel Soares, AIM - Associação de Investigadores da Imagem em Movimento
  • Anabela Moura, Escola Superior de Educação - Instituto Politécnico de Viana do Castelo
  • Ângelo Peres, Universidade do Minho
  • António Cardoso, Escola Superior Agrária - Instituto Politécnico de Viana do Castelo
  • António da Costa Valente, Universidade de Aveiro, Cineclube de Avanca
  • António Jácomo Ferreira, Instituto de Dialética da Universidade Católica do Porto
  • Arlete dos Santos Pettry, ECA / USP – Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo
  • Bienvenido León, Universidad de Navarra
  • Carlos Almeida, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
  • Carlos Mendes, Escola Superior de Tecnologia e Gestão - Instituto Politécnico de Viana do Castelo
  • Casimiro Aberto Pinto, CEMRI – Laboratório de Antropologia Visual
  • Célia Sousa Vieira, ISMAI - CEL - CELLC
  • Cláudia Mogadouro, Educomunicação, Núcleo de Comunicação e Educação (NCE-USP), ECA-USP
  • Deise Juliana Francisco, UFAL - Universidade Federal de Alagoas
  • Fernanda Aguiar Martins, UFRB – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
  • Fouad Nejmeddine, Instituto Piaget
  • João Moura Alves, Escola Superior de Saúde - Instituto Politécnico de Viana do Castelo
  • Jorge Campos, IPP – ESMAE
  • José da Silva Ribeiro, Universidade Aberta, CEMRI – Laboratório de Antropologia Visual
  • Manuela Penafria, Universidade da Beira Interior, LABCOM
  • Margarita Ledo Andión, Universidade de Santiago de Compostela
  • Maria do Céu Marques, Universidade Aberta, CEMRI - Laboratório de Antropologia Visual
  • María Yáñez Anllo, Universidade de Santiago de Compostela
  • Nelson Zagalo, Universidade do Minho
  • Pedro Pereira, Escola Superior de Saúde - Instituto Politécnico de Viana do Castelo
  • Pedro Sena Nunes, ETIC e IPP – ESMAE
  • Rosane Vasconcelos Zanotti, UFES-Universidade Federal do Espírito Santo (Brasil), CEMRI – Laboratório de Antropologia Visual
  • Sérgio Bairon, ECA / USP – Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo
  • Sílvia Aguiar Carneiro Martins, AVAL - Laboratório Antropologia Visual em Alagoas, Universidade de Alagoas
  • Teresa Gonçalves, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
Data e local

Conferência Internacional de Cinema de Viana tem lugar na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, no dia 3 de maio de 2013, e ocorre no âmbito dos XIII Encontros de Cinema de Viana.

Comunicações

Os resumos das comunicações e as notas biográficas dos autores devem ser enviados para o Secretariado da Conferência (ao-norte@nortenet.pt) até 4 de janeiro de 2013. Os resumos serão avaliados pela Comissão Científica da Conferência e a Comissão Organizadora comunicará por e-mail a aceitação ou não da comunicação até 15 de janeiro de 2013.

Data limite para envio da comunicação final (e confirmação da inscrição): 5 de abril de 2013.

As comunicações que não obedeçam às normas não serão aceites.

Normas para envio das comunicações

Requisitos e dimensões

Os artigos não devem exceder os 40.000 caracteres (com espaços), incluindo notas, bibliografia e resumos. O título deve expressar clara e sinteticamente o conteúdo temático do artigo e as divisões internas do texto ser acompanhadas de subtítulos. Quando necessários, os extra-textos — quadros, tabelas, figuras, mapas, etc. são admitidos (vídeos, filmes, áudios, músicas, conversas, entrevistas) devem ser colocados em arquivos e bases de dados externos (YouTube, Vimeo, Lugar do Real, etc.). As notas devem ser no menor número possível e, a existirem, não ser muito longas.

Títulos, subtítulos e resumos

Cada artigo terá de ser acompanhado de um título, resumo (até 120 palavras) e 6 palavras-chave em Inglês e Português ou na língua original do texto e uma nota biográfica do autor não devendo exceder 10 linhas de texto. As divisões internas do texto (excetuando a primeira) devem ser introduzidas por subtítulos.

Notas e remissões

As notas de texto serão notas de rodapé, de carácter explicativo ou remissivo. Não devem exceder as 5 linhas de texto. As remissões entre diferentes partes do texto serão preferencialmente evitadas e, a existir, farão referência ao número de página remetido.

Citações e bibliografia

As citações devem aparecer entre aspas (sem itálicos) ou, quando maiores que três linhas, recolhidas, sem aspas e no corpo de letra imediatamente abaixo do texto. Num ou noutro caso, devem ser acompanhadas pela referência ao apelido do autor, à data de edição do texto citado e ao número de página (Malinowski 1921: 73).

As citações poderão ser apresentadas no texto original ou traduzidas. No caso de serem traduzidas pelo autor do artigo, tal deverá constar de forma explícita no texto (Malinowski 1921: 73 – tradução minha).

Todas as obras citadas ou referenciadas no texto deverão ser compiladas no final do artigo, por ordem alfabética do apelido dos autores, com a indicação da data da edição consultada — e, nos casos em que se aplique, da data da edição original (entre parênteses retos) —, título completo, local e entidade responsável pela edição. O nome dos autores deverá aparecer em extenso e os títulos das obras em sequência temporal decrescente (de mais recente a mais antigo); no caso de haver mais de uma obra do mesmo autor e do mesmo ano, estas deverão ser discriminadas através da atribuição de uma letra, por ordem alfabética (ex: Cabral 1991a, 1991b, etc.). Nos lugares das edições, utilizar-se-á o nome do local de edição de acordo com a língua do artigo submetido (por exemplo, em Português, Londres e não London). Em caso de referências a suportes audiovisuais e sonoros, estes deverão ser compilados em secções separadas (ex: discografia, filmografia, etc.).

A bibliografia deverá ser construída de acordo com os seguintes exemplos:

RIBEIRO, José S., 2006, "Homem da Câmera de Filmar: o cinema ou uma história do cotidiano?" Revista Galáxia, 37 São Paulo, n. 11, p. 37-55 (acesso 1-11-2012)

MANCINI, Michel e PERRELLA, Giuseppe (eds.), 1986,Michelangelo Antonioni Architetture della Visione, Roma: Alef, Filmedia Catania.

AUMONT, Jacques.; BERGAGLA, Alain. e al, 1989, Estética del Cine, espacio fílmico, montaje, narración, lenguaje, Barcelona: Ed. Paidós Comunicación.

MARCUS, George E. (1995), "The Modernist Sensibility in Recent Ethnographic Writing and the Cinematic Metaphor of Montage" em Leslie Devereaux, Roger Hillman (eds.), Fields of Vision, essays in film studies, visual anthropology, and photography, Berkeley and Los Angeles: University of California Press, 35-55.

MARTIN, Marcel, 2003 [1955], A Linguagem Cinematográfica, São Paulo: Editora Brasiliense

FERNANDES, António, 2002, "Como citar textos electrónicos" [online]. Disponível em: http://www.citartextoselectronicos.com/fernandes1 (acesso em 12-05-2003).

FERNANDES, António, 2003, Tudo sobre Textos Electrónicos [online]. Lisboa: Editora E-livros. Disponível em: http://www.ebooksparatodos.pt/fernandes/htm (acesso em 23-04-2004).

CORNARD, Jérome (1975), «Sur deux Films de Dziga Vertov: Kino Glaz et l' Homme à la Caméra», in La Revue du Cinéma, Image et Son, 297:55-62.

ORTEGA, María Luisa, e , GARCÍA, Noemí (eds.), 2008, Cine Directo: reflexiones em torno a un concepto. Madrid: T&B Editores.

Filmografia

Todos os filmes citados ou referenciadas no texto deverão ser compiladas no final do artigo, título completo por ordem alfabética, com a indicação da data da edição consultada — e, nos casos em que se aplique, da data da edição original (entre parênteses retos) — entidade e local responsável pela edição.

A filmografia deverá ser construída de acordo com os seguintes exemplos:

Out of Africa, 1985, Filme. Dir: Sidney Pollack. E.U.A.:Hollywood Film Producers.

Jean Rouch, 2005, DVD (Box). Paris: Éditions Montparnasse.

Guia Virtual de Lisboa, 1999, CD-Rom. Lisboa: Edições LX.

Gypsy Kings, 1999, Volare. Universal Records.

Webgrafia

As referências bibliográficas da Internet inscrevem-se na webgrafia. Os endereços de sites na Internet que tiverem textos utilizados no trabalho de pesquisa devem ser reunidos nessa relação. Desta forma, pode-se optar pelo uso de sites como fontes, mas estes devem ser incluídos na webgrafia. No caso das referências de trabalho localizado na Internet, a referência deve ocorrer da seguinte forma: sobrenome do autor em letras maiúsculas, seguido de vírgula e nome do autor, seguido de um ponto final. Em seguida, o título do trabalho entre aspas e ponto final. Após, colocar as palavras "Disponível em" seguidas de dois pontos e o endereço do site. Por último, colocar as palavras "Acesso em" ou "Visitado em", seguido de dois pontos e a data da consulta. O leitor deve ser capaz de encontrar o conteúdo pesquisado pelo caminho apontado.

A webgrafia deverá ser construída de acordo com os seguintes exemplos:

REIS, Ana Carla Fonseca. Economia Criativa como estratégia de desenvolvimento: uma visão dos países em desenvolvimento, 2005. Disponível em: http://www.garimpodesolucoes.com.br/downloads/ebook_br.pdf (acesso em: 19 de Dezembro 2011).

BARROSO NETO, Eduardo. Design e identidade cultural no artesanato. São Paulo,2000. Disponível em: http://www.eduardobarrosoneto.com.br (acesso em: 17 Junho 2005).

No caso da citação de trechos de parte de um trabalho, uma monografia, por exemplo, a referência começa com o sobrenome do autor em letras maiúsculas, seguido de vírgula e nome do autor, seguido de um ponto final. Em seguida, o título do artigo entre aspas e ponto final. Depois deve-se colocar o prefixo latino "in" e a respectiva localização da citação. Em seguida, colocar as palavras "Disponível em" seguidas de dois pontos e o endereço do site. Por último, colocar "Acesso em" ou "Visitado em", seguido de dois pontos e a data da consulta.

RIBEIRO, José da Silva. "Jean Rouch – Filme Etnográfico e Antropologia Visual". In: Doc On-line, n.03, 2007. Disponível em www.doc.ubi.pt, pp. 6-54 (acesso em 20 de Dezembro 2011).

Extra-textos

Quando necessários, os extra-textos (mapas, desenhos, quadros, figuras, fotografias, etc.) devem ser numerados sequencialmente e ser acompanhados de legendas. Todos os mapas, figuras, imagens, gravuras, etc., serão legendados como "figuras". Os quadros e tabelas que incluam números serão legendados como "quadros". Quando entregues separadamente do texto do artigo, devem constar os lugares precisos da sua inserção.

Em qualquer dos casos, os extra-textos serão entregues em formato digital compatível (JPG, BMP, TIF). As tabelas, quadros, figuras e mapas serão mencionados no texto e intercaladas(os) no local mais conveniente, com as respetivas legendas. As figuras devem possuir elevada qualidade gráfica de modo a permitir a sua reprodução, e eventual redução, sem perda apreciável de nitidez. A obtenção dos direitos de reprodução de quaisquer imagens utilizadas é da inteira responsabilidade do(s) autor(es).

Recensões

As recensões não devem exceder os 8.000 caracteres (com espaços). A obra recenseada deve ser identificada pelo seu autor, título, local de edição, editora, data de edição, número de páginas. As citações de outras obras (para além da recenseada) devem ser feitas no decurso do texto, entre parênteses, com referência ao autor, à obra citada, à sua data de edição e à página a que se reporta a citação – ex.: (E. E. Evans-Pritchard, The Nuer, 1940: 128). No caso de a citação referir uma obra citada no livro recenseado, deverá estar explícito no texto da recensão e apenas será necessário indicar a data de edição.

 

Lieux

  • Viana do Castelo, Portugal

Dates

  • vendredi 04 janvier 2013

Contacts

  • XIII ENCONTROS de CINEMA de VIANA do CASTELO. Ao Norte
    courriel : ao-norte [at] nortenet [dot] pt

Source de l'information

  • Marta Maia
    courriel : martamaia72 [at] yahoo [dot] fr

Pour citer cette annonce

« II conferência internacional de cinema de Viana », Appel à contribution, Calenda, Publié le mardi 08 janvier 2013, http://calenda.org/234090